segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Juro

Juro que não queria...
Que não estava à procura de paixões
Não estava carente, nem dependente..
Quando apareceste, achei-te graça..
Tinhas esse sorriso lindo que nos clareia a alma,
Esse abraço apertado e irrequieto de homem safado
Tinhas esse querer inconsequente, sem contenção,
Esse agarrar só porque sim...que não admite um não
Tinhas esse toque quente que provocava arrepio
E esse beijo avassalador de quem não deixa nada para depois
Juro que não queria ..
Mas quando dei por mim...eu já só queria
Já só sabia perder-me na loucura do teu corpo,
Já só sentia borboletas na barriga..que me mareavam a alma
Já dependia do teu sorriso para sorrir
Já dependia da tua lembrança para sonhar
Juro que não quero, mas já só sei sentir saudade.
Maria isis

Con()sentido

Con()sentido...amei-te com todos os sentidos ... e tudo fazia sentido
Consenti que me arrebatasses.. que me envolvesses nos teus sonhos de menino
Foi consentido o teu toque na minha pele.. a tua boca na minha boca.. 
Com todo o sentido a entrega foi absoluta e todos os meus sentidos te consentiam em mim..
E te senti...
Amei sem sentido..porque esta paixão fazia todo o sentido
Despertaste os meus sentidos de uma forma tão bonita.. que não fazia sentido não te viver por completo.
Consenti que me amasses..e morremos entre sentidos
E...mesmo sem fazer qualquer sentido..entre nós tudo foi consentido...
Maria Isis